
Se tem algo que aprendí é que a despedida é algo inevitável.
As pessoas se vão mais cedo ou mais tarde e nós simplesmente temos de aceitar.
O problema, talvez, não seja o fato delas irem-se mas sim o que deixam quando se vão.
Deixam um sentimento estranho, um sentimento de dar nó na garganta, um sentimento que simplesmente me faz tremer só de lembrar que a cada pessoa que entra em minha vida irá deixá-lo comigo quando chegar a sua hora de trilhar um caminho paralelo ao meu.
Sentimento esse tão conhecido: saudades.
Ela surge desde os curtos espaço de tempo que passamos longe de uma pessoa até um tempo infinito em que sabemos que não teremos mais aquela pessoa ao alcance de nossos braços.
Não que ela seja algo de todo ruim, pois é um sentimento que nos faz lembrar o quão especial uma pessoa é para nós, mas dói saber que essa dor só tem o remédio chamado "tempo" para amenizá-la, isso SE ela amenizar.
Então ficam as lembranças...
Ah, as lembranças...
A lembraça do abraço, a lembrança do sorriso, do carinho, do olhar, do cheiro do perfume, dos momentos felizes e até mesmo dos tristes, da música e talvez a pior, a lembrança da despedida.
E assim a vida segue seu percurso, algumas pessoas entram, outras saem, outras apenas se afastam para voltarem tempo depois mas ainda sim fica difícil conviver com essa saudade que predomina após a despedida.
Mas como disse, ela não é de todo ruim e nos faz recordar o quão especial a pessoa que deixou saudades é ou foi e nos faz olhar para quem está do lado e querer aproveitar cada segundo como se fosse o último.
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